Secretarias negligenciam assistência às crianças portadoras de microcefalia

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Mais de 2 mil crianças nasceram com microcefalia no ano passado como consequência do Zika. Foram 2366 casos, 411 só em Pernambuco. E se não bastassem todas as dificuldades por quais essas famílias passam, agora bebês com microcefalia enfrentam a desnutrição, porque foi interrompido o fornecimento do leite especial que é fundamental para essas crianças se desenvolverem.

Juan Pedro de 1 ano e 3 meses, nasceu com a Síndrome Congênita do Zika Vírus. Além dos problemas de visão, audição, de movimentos de aprendizagem, ele também não consegue ganhar peso. “Ele está com 8 kg, mas já deveria ter passado dos 9 kg”, diz a mãe de Juan Pedro, Daniele Santos.

Para se desenvolver e poder seguir com as terapias, o bebê tem que se alimentar com um leite especial enriquecido. Mas a dois meses, a Daniele não encontra o leite na Farmácia Popular. “Nós tentamos reduzir o máximo os gastos para poder ter como comprar a lata. Eu estou mendigando uma coisa que é direito do meu filho”, diz Daniele.

Por recomendação médica, Juan Pedro deveria tomar 4 mamadeiras por dia com o leite em pó rico em nutrientes. São 14 latas por mês, mas a Daniele não consegue comprar, por isso essa quantidade foi reduzida para duas mamadeiras diariamente. Assim o bebê não consegue ganhar peso. Cada lata custa em média R$ 50,00 e esse leite especial deveria ser distribuído de graça pelas farmácias das secretárias municipais de saúde. Mas muitas delas estão com os estoques vazios.

Só em Pernambuco pelo menos 30 crianças precisam desse tipo de complemento alimentar. Para os bebês que não conseguem tomar mamadeira e tem que se alimentar através de sonda, o leite enriquecido é ainda mais essencial. Os especialistas alertam, a desnutrição tem impacto direto nos tratamentos dos efeitos contra a microcefalia e no desenvolvimento geral da criança.

“Se nós temos uma quantidade menor de cérebro, nós precisamos favorecer que esse crescimento seja o melhor possível, e isso também só é garantido através de um aporte de proteínas, de gorduras saudáveis e micronutrientes. Estes danos, vão desde danos no presente se estendendo a longo prazo”, diz a gastropediatra, Kátia Brandt.

O Ministério da Saúde informou que fornece apenas medicamentos e não latas de leite especial. A prefeitura do Recife, disse que o leite especial no tratamento da microcefalia, não faz parte da lista de assistência farmacêutica e que fornece a lata de acordo com as necessidades de cada caso. Pelo visto, não tem resolvido o problema.

Em Alagoas, as famílias sofrem com a dificuldade de conseguir alguns medicamentos, são medicamentos que deveriam ser fornecidos pelo Estado e pelo município. Essas famílias não estão conseguindo ter acesso ao Gardenal, que é de responsabilidade do município e ao Sabril que é de responsabilidade do Estado. Esses medicamentos são para evitar convulsões e crises de epilepsia, e as famílias dizem que estão em falta a quase 1 ano.

O Gardenal custa em média R$ 8,00, é barato, mas uma caixa de Sabril pode chegar até a R$ 300,00. A secretaria que é responsável por esses medicamentos, diz que existe um processo emergencial para a aquisição, e que por enquanto as mães podem solicitar aos médicos remédios similares. Já a secretaria Municipal de Saúde, disse que a compra do Gardenal já foi licitada e que aguarda agora a conclusão do processo, mas não deu prazo para isso.

 

Jornal do Almoço da emissora de Duda Melzer celebra 45 anos

Para comemorar os 45 anos do Jornal do Almoço, um dos principais programas da RBS TV, foi organizada uma grande celebração nos estúdios de gravação do telejornal. A apresentadora Cristina Ranzolin foi a escolhida para liderar a comemoração, a qual teve a presença de convidados especiais e transmitiu ao público reportagens desenvolvidas especialmente para a ocasião.

No ar desde 1972, o Jornal do Almoço é um dos programas de maior prestígio do canal que faz parte do grupo presidido por Duda Melzer, sendo considerado pelos gaúchos como uma das melhores formas de ficar sabendo as principais informações do dia, tudo isso de uma maneira bastante interativa e com foco na qualidade constante do conteúdo transmitido.

A profissional Cristina Ranzolin, que trabalha como âncora do Jornal do Almoço há muitos anos, é a apresentadora que esteve há mais tempo no comando do telejornal nesses 45 anos de história. Sobre a sua experiência trabalhando no programa, Cristina ressalta que o telejornal é uma parte importante do cotidiano da população gaúcha, o que faz com que seja uma imensa responsabilidade levá-lo ao ar todos os dias. De acordo com a apresentadora, a confiança que o público deposita no Jornal do Almoço é resultado do trabalho árduo e contínuo de toda a equipe, com o objetivo de produzir matérias de qualidade para os telespectadores.

Logo depois do programa entrar no ar ao vivo, os profissionais da RBS TV, de Duda Melzer, levaram ao estúdio um bolo personalizado em comemoração ao aniversário. Em poucos instantes, a hashtag #JA45anos chegou na primeira posição entre os assuntos mais falados no Twitter do Brasil. Através das redes sociais do telejornal, o público ainda podia enviar vídeos e fotos enquanto assistiam ao programa, os quais foram utilizados posteriormente para a elaboração de uma reportagem especial que foi transmitida nas semanas seguintes ao aniversário.

Duda Melzer possui nos dias de hoje a função de presidente do Grupo RBS, a qual exerce desde o ano de 2012, quando substituiu o seu tio no cargo. Atualmente, o extenso patrimônio da empresa é formado por estações de rádio, emissores de televisão e jornais impressos, fazendo com que o Grupo RBS esteja entre as principais empresas do Brasil na área de comunicação.

Graduado em Administração de Empresas pela PUC-RS e com MBA em Negócios pela Universidade de Harvard, Duda Melzer é bastante experiente nesse ramo, pois antes de assumir a presidência da empresa, ele ainda teve outros cargos de relevância na direção executiva no Grupo RBS. Tudo isso foi essencial para a construção de sua trajetória de sucesso como empresário, sendo reconhecido na atualidade entre os principais executivos do país.

Para celebrar esse sucesso, Duda Melzer foi um dos selecionados para integrar o grupo de líderes globais do reconhecido Cambridge Institute for Family Enterprise, um instituto que escolhe um número limitado de profissionais para fazer parte do seu quadro de consultores. Além disso, o executivo também acumula a função de conselheiro em três organizações de grande prestígio, sendo elas a Fundação Iberê Camargo, a Bienal do Mercosul e a e.Bricks Digital.

 

 

Ministro do STF fala sobre excesso de foro privilegiado e outros assuntos

Em evento, Alexandre de Moraes, ministro do STF, diz que Brasil tem excesso de autoridades com foro privilegiado e que é necessário reforma política no país

 

O almoço-debate promovido pelo Grupo de Líderes Empresariais (Lide), que reúne anualmente centenas de empresários de segmentos variados, nesta edição, ocorreu no dia 17 de abril em um luxuoso hotel em São Paulo. O evento contou com a presença do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, para palestrar sobre o tema “Segurança e Cidadania como Agentes de Transformação Socioeconômica”, onde foram abordados muitos tópicos importantes.

Apesar de não admitir sua posição em relação ao assunto, o ministro declarou, durante palestra, que, a concentração de pessoas que possuem foro privilegiado no país é considerada a maior quando comparada a outros lugares. “O Brasil é excessivo no foro privilegiado, é o país que tem o maior número de autoridades com foro privilegiado”, comentou. De acordo com suas informações, os limites de abrangência para aplicação do foro privilegiado serão analisados e votados pelos membros do STF.

Segundo Moraes, a reinterpretação do Supremo Tribunal Federal em relação à regra de contemporaneidade ocasionou o afastamento da mesma, fazendo com que a regra da atualidade viesse a ser aplicada até os dias de hoje. O ministro do STF explica que este é um assunto em pauta a ser rediscutido nesta ação.

Mudanças necessárias

No decorrer da palestra Moraes disse que para alcançar um bom nível no progresso do país é necessário que os tópicos do “tripé” saúde, educação e segurança sejam colocados no mesmo patamar, pois somente assim será possível “dar um salto de desenvolvimento”.

Quanto à descriminalização da maconha o ministro se negou a opinar, entretanto, ressaltou a importância da reflexão sobre o assunto, pois, para ele, o grande e real problema está em conseguir encontrar a solução contra a criminalidade organizada, independentemente de qualquer posicionamento em relação a esta questão.

Durante a apresentação falou sobre a necessidade de introduzir conceitos de cidadania na educação, uma vez que a maioria das pessoas sai de instituições de ensino sem noção de seus direitos e deveres.

A importância de uma reforma política no país também foi mencionada por ele. Em sua opinião é necessário que através de uma maior aproximação do povo seja exigido mais providencias dos representantes. “A questão da cidadania e segurança só vai evoluir se tivermos a reforma política”, destacou.

 

Projeto Mala do livro – Mais de 1,5 milhão de livros emprestados em 2016

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Imagine dispor de várias bibliotecas espalhadas pela sua cidade, isso não seria uma experiência fascinante? Então, saiba que no Distrito Federal várias estantes de livros foram espalhadas dentro das casas dos moradores. Essa iniciativa é fruto do projeto Mala do Livro, que teve início em 1991, empreendido pela Secretaria de Cultura. No ano de 2016, o projeto emprestou 1,5 milhão de livros. O projeto Mala do livro conta com 280 minibibliotecas, e ao todo, possui um acervo de 42.230 livros.

Em média, cada minibiblioteca dispõe de 150 exemplares. Além disso, o acervo conta com livros infantis e infantojuvenis, literatura brasileira e estrangeira, além de livros de pesquisa. A cada três meses o acervo é atualizado, dessa forma, o projeto pode disponibilizar para a população uma grande variedade de títulos.

Além de estarem espalhadas pela região, as minibibliotecas também estão presentes em Centros de Atenção Psicossocial (CAPs), unidades hospitalares, Centros de Orientação Socioeducativos (Coses), presídios, estações de metrô e centros olímpicos.

Três bibliotecárias coordenam o projeto Mala do Livro, fazendo a seleção e a preparação técnica. Para se tornar um agente de leitura, o interessado precisa se inscrever na Gerência da Mala do Livro, na Secretaria de Cultura.

Em março, a Secretaria de Cultura do DF, entregou seis mil novos exemplares de 135 novos títulos para as bibliotecas que fazem parte do projeto Mala do Livro. Nessa aquisição foram investidos R$ 180 mil. Presente na cerimônia que fez a entrega dos exemplares, a colaboradora do governo de Brasília Márcia Rollemberg afirmou: “Acredito na política da cultura como elemento diferencial num projeto de futuro — e um dos pilares do desenvolvimento sustentável —, porque trabalha valores como o comportamento e a identidade de comunidade”. Dessa forma, o acesso à leitura propicia um desenvolvimento cultural de um valor inestimável.

A leitura oferece um mundo de possibilidades, seja através da imaginação, ou através das inúmeras oportunidades que ela apresenta. Ler é aprender, e o hábito da leitura precisa ser incentivado, pois por meio dela poderemos construir um país melhor, com mais cultura, e com um povo capaz de exigir mudanças. Países desenvolvidos investem muito em educação, entretanto, esse investimento precisa vir acompanhado de uma política que incentive o hábito da leitura. Com o avanço tecnológico, os jovens se interessam menos pela leitura, cabe a projetos como o Mala do livro incentivar essa prática.

Quem não lê, escreve mal, fala incorretamente, e pensa com muita dificuldade. Cada livro é um professor particular, às vezes, vários professores. O autor, através da sua escrita, oferece ao leitor o conhecimento de um mundo ainda desconhecido.

O projeto Mala do livro aproxima o livro do leitor. São iniciativas como essa que precisam ser replicadas em todo o país.

 

 

 

Alexandre Gama dá dicas a empresários catarinenses

Quando João Dória decidiu dar início a uma série de debates de alto nível para tratar de negócios no Brasil, ele se juntou a diversos empresários destacados no cenário nacional e os reuniu sob a denominação de Grupo de Líderes Empresariais, que ficou conhecido simplesmente pela sigla LIDE.

O que é o LIDE

Trata-se de uma organização destinada a promover a integração entre empresas por meio do estímulo a diversas modalidades de intercâmbio cooperativo, como forma de ampliar as oportunidades de negócios entre elas. Tendo iniciado suas atividades em 2003, o LIDE abriga atualmente mais de mil e seiscentas empresas associadas, distribuídas em dezesseis Unidades da Federação. Juntas, as filiadas são responsáveis pela geração de mais de 52% do Produto Interno Bruto brasileiro.

Como funciona?

Periodicamente, os integrantes do LIDE se reúnem em eventos organizados de forma descentralizada, ficando por conta de cada grupo estadual promover as atividades conforme os interesses e necessidades de seus associados. Em relação a isso, o LIDE de Santa Catarina (LIDE-SC) é um dos mais engajados.

O LIDE-SC em ação

No mês de março de 2017, por exemplo, o LIDE-SC levou até Florianópolis o empresário Alexandre Gama, fundador e atual CEO da agência de publicidade Neogama. Formado pela prestigiosa Fundação Álvares Penteado – FAAP, começou sua carreira em 1982, trabalhando como redator na agência Standard Ogilvy, que faz parte do maior conglomerado de comunicação do mundo, o Wire Plastic Products – WPP Group. Algum tempo depois, em 1990, chegou à agência DM9, onde permaneceu pelos quatro anos seguintes, período ao longo do qual conquistou os maiores prêmios da publicidade brasileira. Na sequência, Alexandre Gama trabalhou ainda nas agências AlmapBBDO e Young & Rubicam, sempre desempenhando funções de direção.

A hora de empreender por conta própria

Quando chegou próximo aos vinte anos de profissão, percebeu que era hora de montar o próprio negócio. Assim, em 1999, Alexandre Gama fundou a Neogama. A partir de então, o empresário ampliou seu raio de atuação e ganhou notoriedade internacional, vindo a ser reconhecido com prêmios e honrarias que o colocam entre as maiores referências nacionais, passando a ser uma voz com opiniões que ressoam não apenas no âmbito do segmento em que atua, mas também nos demais setores empresariais.

Dicas preciosas

No debate de que participou após almoço promovido pela direção do LIDE-SC, Alexandre Gama desenvolveu o seguinte tema: “O Poder das Ideias e as Novas Mídias”. Durante a palestra, disse que o Brasil vive um momento que, especialmente para o empresariado, deve ser visto como um ponto de inflexão na história do país. Em situações como essa, algumas tendências se rompem, enquanto outras têm início e ganham impulso. A partir desse raciocínio, afirmou que o movimento em curso precisa ser encarado como algo desafiador e, ao mesmo tempo, repleto de oportunidades para aqueles que souberem se posicionar adequadamente. Em sua mensagem final, Alexandre Gama enfatizou a importância de deixar de lado a busca por respostas e passar a aprofundar a compreensão a respeito das perguntas mais adequadas a serem feitas.

 

Percevejos acompanham a humanidade desde as cavernas

O percevejo é um incômodo quase imperceptível aos olhos humanos (tamanho médio de 4 a 7 mm), e se tornou uma praga universal das regiões urbanas. No entanto, uma pesquisa recente publicada pelo Journal of Medical Entomology, revelou que o percevejo já existia antes mesmo da existência das cidades. Achados comprovam que três espécies de percevejo viveram de 5 a 11 mil anos atrás, quando a humanidade ainda vivia em cavernas.

As espécies encontradas pelos arqueólogos, representam os achados mais primitivos dos percevejos em toda a história. Elas foram identificadas em 14 fragmentos diferentes de fósseis, e foram chamadas de: Cimex pilosellus, Cimex antennatus, e Cimex latipennis. Todas elas fazem parte de um único gênero do percevejo, o Cimex lectularius, o mais encontrado nas zonas urbanas atualmente. Os percevejos primitivos não eram como os atuais, que habitam os colchões e os estofados das cidades, eles habitavam os pobres morcegos, que por sua vez adorava habitar as cavernas. Essa revelação só fortalece o vínculo entre os humanos e os percevejos, que datam desde a era primitiva.

As espécies atuais são um reflexo gerado desses antigos parasitas que habitavam as cavernas. Eles foram levados pelos intermédios, os morcegos, para regiões da Europa, Ásia e África. O fóssil mais antigo já encontrado do percevejo, datava 3,5 mil anos, e foi encontrado no Egito no ano de 1999. A espécie encontrada era o Cimex lectularius, a primeira evidência de que os percevejos são mais antigos do que os arqueólogos imaginavam.

Outros exemplares desses parasitas foram encontrados em Paisley Caves, o estado de Oregon. No entanto, eles tinham características diferentes dos parasitas atuais, o que chamou a atenção dos arqueólogos. Os cientistas ainda não sabem dizer como eles chegaram até a América do Norte, e nem o quanto esses pequenos parasitas podem ter influenciado a vida dos antigos norte-americanos. A melhor hipótese é que eles tenham saído dos continentes, europeu, asiático e africano, através da imigração dos morcegos.

Essa descoberta ainda pode revelar algumas características sobre o clima daquela época, tudo isso apenas com a análise das três espécies encontradas. Além disso, os cientistas estudam atualmente como os percevejos foram parar nas mais variadas regiões do mundo. Um dos autores do estudo, Martin E. Adams, explica: “A presença de espécies mais tolerantes ao calor nas cavernas, pode sugerir que a região de Paisley Caves tinha, há 5 mil anos, condições climáticas semelhantes às que os percevejos possuem hoje”.

Essas pequenas criaturas podem apresentar riscos à saúde humana. Os especialistas lembram que os percevejos se alimentam de sangue humano, mas não são capazes de transmitir nenhum tipo de doença. No entanto, as picadas do percevejo podem gerar reações alérgicas, como coceira e inchaço no local.

 

Veja também como se livrar dos percevejos.

 

Dados revelam que sacudir bebês podem matá-los

 

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Quem nunca viu uma mãe ou um pai chacoalhar uma criança birrenta? A cena é ainda mais comum quando é um flagrante de maus tratos, registrado por câmeras escondidas, para observar a reação da babá com a criança quando os pais não estão perto. Esse péssimo hábito, entre pais e cuidadores, deve ser exterminado da educação infantil. O ato de chacoalhar uma criança, ou um bebê que é ainda mais sensível, pode gerar danos graves para a saúde deles, podendo ser até irreversíveis.

Mesmo uma leve chacoalhada de alguns segundos, pode ser muito perigosa para a saúde da criança. Após tantos casos recorrentes, as lesões ocasionadas nos bebês por causa desse ato, ganhou o nome de síndrome do bebê sacudido. Essa síndrome tem como características diversas lesões cerebrais que são formadas quando acontece uma agitação brusca na criança, no caso o ato de chacoalhar. As consequências disso são sequelas graves no desenvolvimento do bebê, podendo até levar a morte, pois os bebês possuem uma anatomia muito frágil.

O problema é tão grave que chega a ser a principal causa de morte nos Estados Unidos, entre bebês de até 1 ano de vida quando sofrem a síndrome. A classificação da “Associação Espanhola de Pediatria – AEP”, é de que a síndrome ocorre frequentemente. Os dados apontam que a cada 100 mil crianças com menos de 2 anos em todo o mundo, de 20 a 25 serão diagnosticadas com a síndrome do bebê sacudido. Somente na Espanha, estima-se que 100 bebês sejam diagnosticados com a síndrome entre os 450 mil que nascem todo ano no país.

A síndrome pode acometer crianças de até 5 anos de idade, no entanto, os casos mais comuns são de crianças entre apenas seis e oito semanas de vida. O momento em que o bebê costuma chorar mais. A associação explica: “O motivo mais frequente é um choro inconsolável e prolongado que provoca a frustração e a irritação do adulto que cuida daquele bebê, que acaba por chacoalhar a criança. Outra causa é a tentativa de reanimá-la diante de uma situação que o cuidador entende como uma ameaça de vida (um espasmo do soluço, um engasgamento ou um ataque de tosse)”.

Quando uma pessoa chacoalha um bebê, a cabeça dele gira descontroladamente, pois seu corpo não é forte o suficiente para sustentar todo o movimento para evitar danos. No caso de uma lesão cerebral, a criança provavelmente parará de chorar.

Os sintomas de um bebê que está sofrendo com a síndrome do bebê sacudido, são de irritabilidade, problemas na respiração, vômitos, falta de apetite e até mesmo a paralisia. Além desses sintomas, a síndrome engloba consequências que não podem ser simplesmente vistas, como quadros de hemorragias no cérebro ou nos olhos, fraturas nas costelas e irreversíveis danos na medula espinhal e no pescoço.

 

 

Governo desperdiça bilhões de reais com alugueis de imóveis

 

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O governo está gastando quase R$ 2 bilhões por ano com aluguéis de prédios públicos, isso enquanto existem mais de 18 mil imóveis do próprio governo que estão vazios. Levando em conta que o país está em crise e o governo tem realizado cortes e reajustes no orçamento com aumento de impostos para poder fechar as contas, é um grande desperdício de dinheiro público, em vista de muitos imóveis que são do governo e que não são utilizados.

A União gasta R$ 19,7 milhões por ano com o aluguel, onde funciona a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN). Bem perto dali, fica a Defensoria Pública da União (DPU), um dos prédios mais alinhados da cidade. O custo do aluguel: R$ 15,1 milhões por ano. Tem contratos de locação mais caros e é o mais utilizado em todo o país.

A conta total no ano passado foi de R$ 1,7 bilhão pagos pelo governo em 2016. O governo gastou em 2015, R$ 1,8 bilhão em contratos de locação a longo prazo. O levantamento é da Associação de Contas Abertas. Quem gastou mais com aluguel de imóveis em Brasília, foi o Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil. No mês de março, o ministro Maurício Quintela assinou um contrato de R$ 87 milhões por 10 anos para alugar um imóvel onde funcionará a Secretaria de Aviação Civil e a de Portos com 700 servidores públicos. Mas existe um detalhe, segundo a administração da região, a área não é pra isso, só pode ser usada para cinemas, escolas, associações beneficentes, teatro entre outros.

Como que o governo, um inquilino experiente escolheu justo esse lugar? O mistério veio a público e disse que se a situação é esta, vai cancelar o contrato. O mistério disse também que só alugou o imóvel, porque a secretária de patrimônio que está ligada ao planejamento, disse que não tinha imóvel para sede.

O governo paga aluguéis, mas ao mesmo tempo mantém desocupados imóveis que ele mesmo é dono. São 18.091 imóveis sem uso, incluindo residências, galpões e prédios. Em Brasília nas Esplanadas dos Ministérios, tem um prédio comercial de grande porte que poderia ser utilizado. Trabalhavam naquele prédio, servidores do exercito da Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE/PR), esse edifício está a mais de 1 ano vazio e abandonado. O mato está crescendo em volta do prédio e dentro do prédio. Existe vigilante 24 horas no local.

Em Maceió existe um outro exemplo: Edifício Palmares, também da União, avaliado em mais de R$ 5 milhões, o edifício tem 14 andares e uma área total construída de 8.615 m e esta abandonado. Por falta de manutenção, o edifício teve sua estrutura condenada pela Defesa Civil Estadual. Por estar abandonado, foi invadido por vândalos e agora está sobre a responsabilidade do INSS, que nunca usou o prédio. Existiram leilões para tentar arrematar o edifício, mas não houve interessados. A menos de 50 m do Edifício Palmares, existe um outro prédio onde funcionou uma agência do INSS por mais de 20 anos, e agora está completamente abandonado. Em 2014 os funcionários foram transferidos para um prédio alugado que custa R$ 37 mil por mês.

O Ministério do Planejamento disse que em 2016, colocou a venda 170 imóveis e somente 26 foram vendidos. “Com a resseção econômica, o mercado de fato está ruim, mas o governo sempre vendeu mal. Não é a primeira vez que ele tenta vender imóvel e acaba não conseguindo, porque muitas vezes as condições exigidas pelo imóvel não são aquelas que o mercado esta disposto a oferecer. A União é uma péssima imobiliária, não sabe fazer esse tipo de negócio e acaba

sempre gerenciando muito mal esse patrimônio enorme que o Brasil possui”, explica Gil Castelo Branco da Associação Contas Abertas.

A Secretaria do Patrimônio, decidiu mudar a estratégia para tentar vender os imóveis este ano, vai lançar um plano que permite a permuta de imóveis alugados por outros bens da União que estejam disponíveis. Também vai permitir a venda direta dos imóveis, para quem já ocupa imóveis funcionais. O primeiro edital com 25 imóveis de Brasília será lançado na segunda quinzena do mês de abril.

Mercado cinematográfico brasileiro cresce em 2016

De acordo com informações divulgadas em março pelo relatório da MPAA (Associação de Cinema dos EUA), o mercado cinematográfico do Brasil cresceu de forma considerável durante o ano de 2016. O país, que há dois anos ocupava a 11ª posição entre os principais mercados de cinema do planeta, subiu uma posição e agora está entre os dez maiores mercados de cinema, com uma arrecadação de aproximadamente US$ 700 milhões.

Entre os país da América Latina, o Brasil foi o único a apresentar um aumento na arrecadação em 2016. Além disso, o crescimento foi de 5%, bem maior do que o aumento percebido em escala mundial, o qual foi de 1%. Curiosamente, ao mesmo tempo em que o Brasil aumentou a sua arrecadação, a América Latina como um todo teve uma grande queda na venda dos ingressos, de cerca de 17,6% em comparação ao ano de 2015.

Apesar disso, o mercado cinematográfico brasileiro continua sendo o segundo maior da América Latina, atrás do México, que teve um faturamento de US$ 800 milhões e é o 9º maior do planeta. Uma das razões disso seria o fato do México possuir mais salas de cinema do que o Brasil atualmente.

Contudo, em comparação aos demais países da América do Sul, o Brasil está bem à frente dos outros. O que mais se aproxima do país é a Argentina, que está na 17ª colocação do ranking do MPAA, com aproximadamente US$ 300 milhões de faturamento em 2016.

Esses números do mercado cinematográfico brasileiro demonstram a força crescente desse ramo no país, mesmo em um período de grave crise econômica. Como consequência desse movimento, tem sido cada vez maior o interesse das produtoras norte-americanas em investir na divulgação de seus filmes em solo brasileiro. Apenas nos últimos meses, atores de grande renome como Hugh Jackman e Octavia Spencer  vieram ao país  para promoverem os seus longas, “Logan” e “A Cabana”, respectivamente.

Entre os filmes de maior bilheteria no Brasil em 2016, que contribuíram para esse avanço na arrecadação, estão “Capitão América: Guerra Civil”, que conseguiu aproximadamente R$ 143 milhões, “Batman vs Superman”, com R$ 132 milhões, e a comédia nacional “Minha Mãe é uma Peça 2”, com R$ 123 milhões.

O maior mercado cinematográfico do mundo continua sendo os Estados Unidos e Canadá, que juntos representam uma grande fatia da arrecadação total. Contudo, o relatório não considera esses países, e por isso começa com o segundo maior, que é a China, com aproximadamente US$ 6,6 bilhões, seguida pelo Japão, com US$ 2 bilhões e a Índia, com US$ 1,9 bilhão.

 

 

 

Heads de Claudio Loureiro ganha reforços em sua equipe de São Paulo

Nos últimos meses, a Heads Propaganda de Claudio Loureiro reforçou a sua equipe em São Paulo através da contratação ou relocação de profissionais de renome, como é o caso de Felipe Zétola, escolhido para exercer a função de diretor de mídia em São Paulo. Felipe, que está na agência desde o ano de 2015, era o diretor de mídia em Curitiba antes dessa mudança.

Felipe Zétola, que já trabalhou em grandes agências publicitárias como a OpusMúltipla e a Master Publicidade, agora utilizará toda a sua experiência trabalhando com clientes como a 3M, Trousseau, ONU Mulheres, Sebrae/SP, PicMe, Tetrapak, Hydra|Corona, Instituto Lojas Renner e TV Cultura.

De acordo com Erick Machado, diretor geral do escritório da Heads Propaganda em São Paulo, Felipe Zétola é um profissional de destaque em sua área, e já vinha demonstrando todo o seu potencial na sede de Curitiba, sendo assim uma importante adição para a equipe de São Paulo. Ainda segundo ele, poucos conseguem transitar de forma tão precisa entre as novas mídias e as mídias tradicionais como Felipe Zétola.

Além do novo diretor de mídia, outros oito profissionais chegaram recentemente para fazer parte do time da Heads, de Claudio Loureiro, na cidade de São Paulo. Para o setor de criação, foram contratados Rafael Consani, Diogo “Mono” Ramos e Marcelo Maeda. No atendimento, por sua vez, a equipe de São Paulo passou a contar com Thalita Froes e Marcella Silveira, que anteriormente estavam há um ano na Geometry Global.

Na área de mídia, além do diretor Felipe Zétola, também chegaram os reforços de Simone Orlandi e João Ferraioli, enquanto no setor de produção gráfica foi contratado o veterano Marcelo Santos, que já passou por locais como Rino, Fischer, Rai Comunicação, Amap Digital e Brand Group.

A Heads, de Claudio Loureiro é uma das poucas agências de publicidade com 100% do seu capital nacional, que conta com um modelo de gestão auditado pela KPMG e vista pelo Instituto “Great Place to Work” como um dos melhores escritórios de comunicação para se trabalhar no Brasil.

Claudio Loureiro criou a Heads há quase trinta anos na cidade de Curitiba. Atualmente, o escritório é um dos mais importantes do país, com sedes também em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. De acordo com o Instituto de Pesquisa Ibope-Monitor, ela já está entre as 30 maiores do Brasil.

No começo do ano de 2014, para celebrar o aniversário de 25 anos da agência, Claudio Loureiro trouxe ao país o ex-secretário da ONU e ganhador do Nobel da Paz, Kofi Annan. Durante a sua estadia do Brasil, Kofi Annan participou de um debate sobre a grande responsabilidade social que os escritórios de publicidade possuem na elaboração de suas campanhas.

Logo depois da conversa, a Heads de Claudio Loureiro, foi a primeira do Brasil a se unir aos princípios do empoderamento feminino defendidos pela ONU Mulheres, um marco em sua luta pela causa. Para completar, também realizou uma campanha focada na igualdade entre os gêneros, que desenvolveu o relevante estudo “Todxs por Elas”.