Um gênio chamado Leonardo da Vinci

Um dos maiores gênios que a humanidade já conheceu, Leonardo da Vinci, tinha uma grande percepção de tudo a sua volta, produzindo assim, obras de arte belíssimas, projetos e invenções muito a frente da sua época, como o paraquedas, o submarino e os primeiros projetos de máquinas voadoras, sendo consideradas naquele tempo, como loucuras desse gênio. Leonardo da Vinci com essas invenções, contribuiu com o nosso mundo de hoje. A lição que nos foi deixada por ele, é a de que mesmo uma mente brilhante como a dele, não pode ficar parada, tem que pôr suas ideias em prática, para que possa deixar seu legado para o mundo.

Ele possuía um grande talento para as artes, tinha um olhar diferente para com a natureza, pois ele defendia o vegetarianismo, se posicionando contra a maldade feita com os animais, isso na época do Renascimento, um fato incomum nesse século.

Mesmo tendo uma mente muito avançada para a sua época, ele acabou tendo dificuldades e foi alvo de preconceitos durante a sua vida. Começando por ser filho de um nobre com uma camponesa, depois tendo dificuldades de conseguir sua herança por ser bastardo. Se firmar e ser aceito pela aristocracia italiana, deixaram marcas nada agradáveis em sua vida.

Ele poderia ter se conformado por ter sido rejeitado e humilhado pelos Medicis, mas com a sua genialidade, foi oferecer seus serviços a Ludovico Sforza, Duque de Milão, levando como se fosse hoje, o seu currículo e uma carta de recomendação. Foi lá que se tornou um grande sábio e mestre, tendo o seu valor reconhecido, pois seus trabalhos e projetos eram disputados por colecionadores de artes e seus rivais o invejavam.

Mas sua vida não foi fácil, mesmo sendo muito inteligente e com ideias avançadas, ele precisou correr atrás do seu reconhecimento. Quando nos deparamos com gênios, a nossa tendência é achar que tudo que acontece em sua vida, é sem que ele faça nenhum esforço. Contrariando esse pensamento, as inteligências acima do normal, tem que combater as forças que não acreditam no seu potencial, naqueles que não querem que gênios saiam do anonimato, invejando sua posição.

Leonardo da Vinci tinha uma paixão pelo novo, pelo desconhecido. Viajou pela Itália toda, trabalhou para várias pessoas e dava uma grande atenção a tudo ao seu redor. Nas suas anotações, foram encontradas desde coisas simples, como listas de mercado e anotações de encontros, até desenhos mais elaborados sobre a natureza, sendo encontradas também, as mais complexas reflexões filosóficas. Leonardo da Vinci parecia saber sobre tudo, mas não nasceu com esse conteúdo todo, teve que se esforçar para abrir os olhos e absorver o que o mundo podia lhe proporcionar.

Além de ser pintor, escultor e projetista, ele dominava as áreas da Geometria, Física, Astronomia, Biologia, Anatomia e também Geologia.

Leonardo da Vinci realmente foi um gênio na sua época e deixou um grande legado para a humanidade.

José Henrique Borghi fala sobre publicidade para o Panorama Mercantil

Publicidade e Propaganda é uma carreira para que talentos brilhem. É verdade que muitos podem aprender a promover produtos, mas poucos conseguem tornar suas campanhas realmente inesquecíveis. Com toda a inovação e integração que o mundo moderno nos proporciona, a tendência é que tenhamos tudo em mãos, mas é justamente esse “poder tudo” que acaba sendo um desafio na hora de colocar uma ideia em prática.

José Henrique Borghi, um dos grandes nomes brasileiros da publicidade, ainda acredita no poder da boa ideia. “Não consigo ver nada tão poderosa e transformadora quanto ela”, diz. Responsável por memoráveis campanhas que alcançaram grande repercussão, como a da Sazón com Zezé di Camargo cantando “É o Amor” e também a dos Mamíferos da Parmalat, onde bebês risonhos estão vestidos de animais de pelúcia enquanto cantavam jingles cativantes, o publicitário atua nesse mercado há mais de 30 anos.

Formado em Publicidade e Propaganda pela PUC de Campinas e nascido em Presidente Prudente, no interior de São Paulo, José Henrique Borghi destacou-se na área desde muito cedo, em 1989, quando conseguiu seu primeiro emprego como redator na agência Standart Ogilvy. Nessa função, o publicitário logo se destacou, construindo sua carreira em agências muito bem vistas como a Talent e Leo Burnett, além da DM9/DDB e FCB. Sendo assim, não demorou para abrir a sua própria agência, juntamente com Erh Ray, seu sócio, dando início à BorghiErh. Com bons resultados, a BorghiErh logo chamou atenção, sendo comprada pela Lowe em 2006, quando passou a chamar-se Borghi Lowe. Desde então, a empresa foi crescendo e ganhando espaço, inclusive no mercado internacional, passando por sua última fusão em 2015, quando o grupo Mullen juntamente com a Lowe & Partners gerou a MullenLowe Brasil.

Considerado um nome influente no mundo da publicidade, José Henrique Borghi diz não se comparar a nomes como Júlio Ribeiro e Roberto Duailibi, ainda assim, ostenta diversos prêmios: 15 Prêmios Abril de Publicidade, 10 premiações no The One Show, 10 Clios Awards, 11 premiações no New York Festival, 7 prêmios do London Festival e 14 Leões de Cannes.

Em entrevista cedida para o Panorama Mercantil, declarou que a publicidade está caminhando para a formação de uma plataforma única, integrando totalmente os meios, de forma que vida privada, conteúdos e relações comerciais venham a tornar-se uma coisa única. Para José Henrique Borghi, em momentos de crise, o marketing só poderá ser bem-sucedido se o foco estiver na produção de conteúdo com propósito: fazer e simplesmente fazer, sem pretextos ou modos ardilosos, usando a comunicação direta, falando de igual para igual, criando e incentivando o diálogo entre as partes.

O empresário, com todo seu sucesso, atribui todas as suas conquistas à perseverança. “Trabalhei duro e agarrei as oportunidades que vieram até mim”, afirma. José Henrique Borghi é um exemplo de profissional bem-sucedido na área de publicidade e propaganda, justamente por colocar o processo de criação um nível acima de mídias, tendências ou ganância. “Sempre digo que estamos no negócio de matar leão e não de ganhar”, ressalta.

 

 

Museu do Louvre e sua história

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O Louvre se tornou um museu público em 8 de novembro de 1793, depois de mais de dois séculos como um palácio da família real e sede do poder monárquico francês.

Atualmente, este museu apresenta um acervo dos mais ricos e diversificados do mundo, com obras de arte, principalmente pinturas, esculturas e objetos que representam cerca de 11 mil anos de cultura e civilização mundiais.

No local onde se encontrava uma fortaleza construída no século 12, pelo rei Felipe II, o rei Francisco I em 1546, transformou em palácio e em sua residência real, o Louvre. Francisco I era considerado um grande admirador de obras de arte e o seu acervo de obras era grande. O arquiteto Pierre Lescot, foi o responsável pelas reformas do palácio e não pararam mesmo após a morte do rei Francisco, que continuaram nos reinados de Henrique II e Charles IX.

Quase todos os reis que se seguiram, fizeram reformas para ampliar o Louvre, sendo que as maiores foram feitas pelos reis Luís XIII e Luís XIV no século 17. Eles também aumentaram as obras de arte da coroa, sendo comprada toda a coleção de arte do rei Charles I da Inglaterra, pelo rei Luís XIV, após a sua morte, sendo executado na Guerra Civil inglesa. Em 1682, a sede e residência da monarquia, deixaram de ser o Louvre passando para o Palácio de Versalhes.

Na era do Iluminismo, muitos na França começaram um movimento cobrando que as coleções reais, fossem exibidas ao público. Entre eles, o grande escritor, filósofo francês e inspirador da Enciclopédia, Denis Diderot, foi um dos primeiros a pedir a criação de um museu de arte aberto ao público.

Luís XV, acabou exibindo sua coleção em 1750, mostrando o seu acervo de forma temporária no Palácio de Luxemburgo. Somente com o início da Revolução Francesa, é que houveram avanços para a abertura de um museu permanente. Em 8 de novembro de 1793, foi inaugurado o Museu Central de Artes na Grande Galeria do Louvre, pelo governo revolucionário.

O acervo do Museu aumentou de forma rápida, principalmente quando o exército sequestrou peças artísticas, de países conquistados no período revolucionário e nas Guerras Napoleônicas. Vários dessas peças saqueadas voltaram para seus países de origem depois que Napoleão foi derrotado em 1815. Mas muitas peças e antiguidades das alas do Egito e de outros setores, permaneceram no museu graças às conquistas de Napoleão.

No século 19, foi anexado ao prédio principal duas alas e o complexo total ficou pronto em 1857, durante o reinado de Napoleão III.

O Grande Louvre, como o museu é conhecido, passou por uma grande reforma nos anos de 1980 e 1990. Vários serviços públicos foram implantados e uma área imensa foi aberta para exposições.

Uma imensa pirâmide de vidro e aço,  foi construída pelo arquiteto chinês I. M. Pei , na frente do Museu e que se abre no seu interior. Esta pirâmide fica no centro do pátio de Napoleão e houveram críticas por parte dos mais conservadores, considerando esta construção, como uma ofensa às tradições.

Em 1993, em comemoração aos 200 anos do museu, uma parte que pertencia ao Ministério das Finanças foi aberta para visitação, depois de reformada. Dessa forma, todo o complexo do museu, passou a ser destinado à cultura e apreciação das obras artísticas do Grande Louvre.