Redes Sociais: uma revolução que tirou as pessoas do anonimato

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O ser humano tem a necessidade de se comunicar, de mostrar suas ideias, criticar o que acha necessário criticar, argumentar sobre diversos assuntos, no entanto menos de cinquenta anos atrás isto era quase impossível, uma vez que não haviam ferramentas que pudessem levar aos outros o que se queria compartilhar. A única ferramenta e cara era o telefone, mas as ligações eram para familiares e muito raramente aos amigos.

Com a evolução da informática, vieram os e-mails, as salas de bate-papos em endereços eletrônicos específicos, porém era preciso computador, internet e isso a maioria das pessoas não poderia ter, assim era privilégio de poucos. Essas máquinas foram ficando com os preços acessíveis e se tornaram uma febre de consumo passando a integrar cada vez mais os lares das pessoas.

Mas a tecnologia não iria parar aí e vieram os computadores de mão (notebooks, tablets, entre outros). Operadoras de telefonia, responsáveis pela internet passaram a oferecer planos acessíveis e os lares foram inundados com informação, entretenimento, conhecimento e tudo aquilo que era preciso ser anunciado pelas emissoras de televisão, de uma hora para outra, podia e acessado dentro de casa, na hora e no momento que se quisesse.

Isso ainda não era o suficiente e eis que os telefones celulares passaram a oferecer tudo isso em qualquer lugar. Vejam só, carregar na palma da mão um artefato que além de poder fazer ligações telefônicas, coloca todas as informações e inclusive canais de rádio e televisão.

Então surgiu o Orkut, depois vieram: Facebook, Instagram, Linkedin e tantos outros endereços que foram chamados de redes sociais. Talvez o mais famoso hoje, o Facebook, dá a oportunidade de as pessoas fazerem exatamente aquilo que tem necessidade: expor suas ideias, criticar, argumentar, se instruir, conhecer e se divertir.

Claro que existe o lado negativo, isso sempre irá haver, seja no que for ou onde for, mas o todo positivo, disso ninguém pode reclamar, nem as pessoas que usam e nem aqueles que oferecem os serviços.

Enfim, as redes sociais somam a necessidade de comunicação, aliada a fome voraz pelas informações e a exposição das pessoas. E a isto há de se aplaudir, porém é preciso entender que existem restrições, leis e o cuidado com a forma de expressão e principalmente de interação.

Divirta-se, adquira conhecimentos, faça amizades e mantenha-se digno, em toda essência da palavra e dignifique todos aqueles que usam os mesmos mecanismos digitais.

Afinal, respeito é bom e todo mundo gosta.

 

 

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