O Imetro está fazendo estudos em prol do meio ambiente

Mais conhecido por fiscalizar produtos avaliando a qualidade e a segurança deles, o Inmetro também faz estudos sobre o meio ambiente.

Em seus laboratórios, são pesquisados desde novos itens para iluminação até tipos de terras, para descobrir qual a mais fértil.

O Inmetro nos auxilia na hora das compras, já que é importante observar se as etiquetas são próximas da letra “A”, significando um menor consumo de energia.

Como exemplo, os condicionadores de ar e os refrigeradores, desde que existem essas etiquetas usadas pelo Inmetro, foram economizados quase dois bilhões e meio de reais, em trinta anos. Foram deixados de ser lançados no ar, mais de três milhões de toneladas de CO2.

O Inmetro segue muitas linhas de pesquisas, com o objetivo de melhorar as ações em prol do meio ambiente. Um dos principais estudos é sobre a  terra preta, que foram recolhidas amostras de alguns locais da Amazônia, que foram habitadas por civilizações indígenas bem antigas. Os pesquisadores querem descobrir, por que a terra preta é tão mais fértil do que qualquer outra. O objetivo é criar esse tipo de terra mais fértil em escala industrial.

O coordenador de laboratórios e infraestrutura do Inmetro,

Carlos Alberto Achete, disse que essa terra dos índios é a única do planeta, pois possui uma grande fertilidade e pode ser usada por bastante tempo. O que se precisa saber é como isso foi feito antes, e fazer de novo.

O Inmetro está buscando essas respostas, com a ajuda do maior microscópio da América do Sul, capaz de identificar átomo a átomo que faz parte dessa terra fértil dos índios. No Brasil essa descoberta é extremamente importante, devido a dependência que a nossa agricultura tem dos fertilizantes.

No mesmo complexo do Inmetro, só que em outro laboratório, pesquisas são feitas com uma iluminação que é a versão orgânica da lâmpada de LED, que é chamada de OLED e o seu consumo é mil vezes menor que uma lâmpada comum fluorescente. Qualquer superfície pode ser iluminada com ela e o mais espantoso, é que ela possui uma tecnologia que não usa lâmpadas, chegando ao mercado possivelmente em três anos.

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