Um estudo revela que o casamento pode evitar um infarto do miocárdio

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Morar com um parceiro, dividir o colchão e as escovas de dente ajuda a evitar várias doenças e ajuda a evitar que um dos parceiros morra de infarto.

Amar alguém é uma experiência única e traz benefícios à saúde. Segundo um estudo realizado com 925 mil pessoas em idade adulta, mostrou dados reveladores com os participantes casados. As pessoas casadas apresentaram maiores possibilidades de passarem pela experiência traumática do infarto do miocárdio e sobreviverem, em comparação com o grupo dos não casados.

Fora essa grande vantagem de ser casado, viver ao lado de um parceiro amplifica seu potencial de viver bem e enfrentar bem doenças como o diabetes, índices elevados de colesterol e pressão arterial alta. Os resultados para esta conclusão vieram de prontuários de pacientes ingleses. Esses dados foram coletados de 2000 a 2013 em hospitais da Inglaterra.

“O casamento oferece apoio físico e emocional de várias formas. Encoraja os pacientes a viverem estilos de vida mais saudáveis, os ajudam a lidar com o problema de saúde e faz com que eles sigam o tratamento corretamente”, explica o médico Paul Carter, líder deste estudo. Os resultados deste estudo foram divulgados na ECS – Sociedade Europeia de Cardiologia – em meio a um congresso na Espanha.

O fato de você viver com alguém que te faz bem já é um motivo para viver bem, e isso já é conhecido pela ciência a muito tempo. Se essa pessoa presa por você, ela te dará bons conselhos de saúde, alimentação, te influenciará a fazer coisas boas para te ver sempre bem. Foi a primeira vez que um grande número de participantes fez parte de um estudo como este. Ao todo foram mais de 900 mil participantes para que esses dados pudessem dizer algo relevante.

Também foi um estudo inovador para formar um banco de dados, onde estão relacionados o casamento e doenças como o colesterol, pressão alta e diabetes. Essas doenças têm ligação direta com o infarto do miocárdio.

Ficou provado que um divórcio aumenta os ricos de uma pessoa passar por esses problemas de saúde com um risco maior de não resistirem. O responsável pelo estudo deixa claro que se sua relação não anda bem, você não estará bem. Carter e sua equipe aponta para este fator emocional como um forte agravante tendendo para o lado em que estiver, ou seja, se a relação está boa a saúde responde melhor as doenças, o contrário também é verdade.

“É importante que pacientes com fatores de risco perigosos e evitáveis sigam um estilo de vida saudável e sigam as prescrições médicas. Nosso estudo é de especial importância para quem convive com um alto risco de doenças cardiovasculares e não apresenta sintomas.”, explica Carter.

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