As belezas da cidade goiana de Mambaí, onde o ecoturismo atrai os turistas mais aventureiros

Paisagens surpreendentes fazem parte da cidade de Mambaí, em Goiás, onde o turismo sustentável é uma das suas principais fontes de renda. Com sete mil habitantes, ela está localizada na Área de Proteção Ambiental Nascentes do Rio Vermelho. O seu nome Mambaí foi dado devido à extração do látex da fruta da mangaba, feita pelos colonos vindos da Bahia.

Outro local de preservação é o Parque Natural Municipal do Pequi, que apresenta uma grande importância ecológica e também para o setor turístico da cidade, que possibilita a apreciação de espécies da fauna e da flora, além de fornecer atividades educativas e a compreensão ambiental, a diversão natural e o turismo sustentável. Com a sua localização meio encoberta no Vão do Paranã, o parque esconde preciosidades ainda pouco conhecidas pelos visitantes ainda mais aventureiros, que procuram as práticas do ecoturismo como o rapel, a tirolesa, cânions, cachoeiras, cascading, trilhas e cavernas, que seguem os cursos dos rios e das cachoeiras, atravessando também algumas cavernas.

Uma das principais atrações de aventura encontradas na região, está a descida em uma tirolesa que atravessa o cânion do Córrego das Dores, que possui cerca de 320 metros de dimensão e mais de 100 metros de altura. Essa tirolesa é  uma das mais altas do país,  onde o visitante além da aventura, vai poder apreciar a linda paisagem da floresta que fica embaixo do caminho que a tirolesa faz. Outra impressionante aventura é a cascading, que é tipo um rapel e é feita na Cachoeira do Funil, que possui vinte metros de altura. O turista mais aventureiro, pode também fazer um pêndulo nela e visualizar a queda d’água de um outro ângulo, além de poder acessar a cachoeira por uma caverna que deságua na base da cascata.

A descida de rapel também pode ser realizada na claraboia da Lapa das Dores, com 25 metros de altura por uma fenda existente dentro de uma caverna, onde o turista pode apreciar estalactites e terminar a descida no Córrego das Dores. Outra caverna entre as muitas que ficam nessa região, é a Lapa do Penhasco, com cerca de 1,7 km e que fica entre paredões com cerca de oitenta metros de altura, e a Tarimba, onde já foram identificados cerca de doze quilômetros de galerias subterrâneas maravilhosas em Mambaí.

 

Programa de negociação possibilitou com que diversos contribuintes quitassem seus débitos, por Ricardo Tosto

A Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN) e a Receita Federal acumulam juntas um volume expressivo de devedores. A totalidade dos valores resultantes de endividamentos com os órgãos ocasionam, contudo, um grande impacto aos cofres públicos, algo que fez com que o governo aplicasse maneiras de solucionar tal questão. Para que os contribuintes inadimplentes pudessem continuar contando com formas de negociação destinadas à quitação dos respectivos títulos, foi autorizada a medida provisória de número 783/2017, noticia Ricardo Tosto, advogado da empresa Leite, Tosto e Barros.

A publicação da medida teve sua divulgação realizada pelo Diário Oficial da União no mês de maio de 2017, mesma época em que o PERT (Programa Especial de Regularização Tributária) foi impedido de continuar funcionando, uma vez que sua autorização acabou expirando. Com a intenção de que mais pessoas pudessem pagar suas dívidas junto a uma das duas instituições, houve empenho de autoridades a fim de que as negociações pudessem prosseguir, ressalta o advogado Ricardo Tosto.

Os contribuintes que possuíam pendências jurídicas de qualquer natureza, assim como os que se comprometeram com pagamentos por meio de algum plano de parcelamento, puderam fazer parte do PERT em sua nova fase. O caráter de grande abrangência do programa decorre da necessidade de aplicação dos recursos ainda não recebidos em serviços ao cidadão, da mesma maneira como ocorre com outros títulos destinados ao pagamento de tributos, pontua Ricardo Tosto.

A formalização da participação no programa necessitava que o ingressante recorresse a um dos órgãos de arrecadação até o dia 31 de agosto. Em se tratando de contribuintes com endividamentos perante a Receita Federal, estes tiveram à disposição alguns modos peculiares de quitação de tais valores. A instituição concedeu, na maioria dos casos, descontos e a possibilidade do participante parcelar suas dívidas em mais de cem vezes. Para os que quiseram um abatimento maior, ainda que o restante do valor fosse pago em menos vezes, o órgão também autorizou algumas formas de negociação, destaca Ricardo Tosto.

Seguindo a mesma linha da Receita Federal, a PGFN também não poupou esforços para que os pagamentos em atraso fossem finalmente recebidos. Em uma das modalidades de negociação, houve a possibilidade de se contar com até 20% de desconto sobre o montante da dívida, além de parcelamentos estipulados em até 145 vezes. Tais formas de negociação foram elaboradas, de acordo com a redação dada à medida, de maneira que motivassem os inadimplentes a quitarem suas pendências com as instituições envolvidas, informa o sócio da Leite, Tosto e Barros.

Entre os critérios para que o contribuinte pudesse participar do PERT, estava a assinatura de um documento declaratório de sua confissão de dívida. No formulário, além de especificar o total da dívida, o participante teve de comprometer-se quanto ao real pagamento das dívidas elencadas. Dessa forma, em razão do risco de inadimplência, o programa previa o emprego de alguns bens de quem não conseguisse cumprir com o plano que negociou, suscitando com que cada pessoa ingressante tomasse ciência dessa cláusula do contrato, salienta Ricardo Tosto.

 

Abelhas estão com sua sobrevivência ameaçada pelas mudanças climáticas

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A diminuição exagerada das abelhas nos últimos anos, vem preocupando os cientistas que estão em uma busca incansável para descobrir o principal fator para isso estar ocorrendo.

As abelhas são responsáveis por três quartos das culturas alimentares junto a outros polinizadores, que mostra que o fato delas estarem desaparecendo irá causar danos irreparáveis a segurança alimentar e ao ecossistema.

O prejuízo com as mudanças climáticas aos polinizadores é particularmente preocupante para os cientistas da Universidade Estadual da Flórida, que estão em uma nova pesquisa para tentar ajudar a explicar esse vínculo de clima global e de mudanças constantes com o declínio da população das abelhas no mundo todo.

Os pesquisadores publicaram na revista Ecology Letter, a descoberta sobre o sumiço das abelhas que afeta diretamente a produção de alimentos, e as mudanças climáticas afetam as flores e suas disponibilidades para as abelhas. A equipe examinou 3 espécies diferentes de abelhas das montanhas rochosas do Colorado, nos Estados Unidos, e descobriram que conforme o clima global altera, os ciclos sazonais que são equilibrados delicadamente começam a mudar também. Isso significa uma antecipação do degelo das montanhas rochosas e estações de flores prolongadas.

Apesar de parecerem boas para as abelhas, devido ao prolongamento das flores com mais alimentos para elas, essas mudanças climáticas fazem com que a neve derreta mais cedo, com temporadas de flores mais longas, os dias com poucos alimentos aumentam e fazem com o declínio das abelhas aconteça.

Quanto mais dias com flores disponíveis, com temporadas mais longas devido ao derretimento antecipado da neve, trazendo dias mais longos com pouca disponibilidade de flores, mais as abelhas podem sair e fazer as colônias crescerem, explica a principal autora do estudo, Jane Ogilvie.

Essa descoberta contribui para uma evidência crescente das consequências ecológicas graves, segundo a pesquisadora, que sugere desafios novos para a conservação. A sugestão dos resultados é que esse tema deve ser considerado como fontes alimentares de uma espécie relacionadas às mudanças climáticas.

Os cientistas estudam outros fatores, como o ácaro Varroa destructor, o fungo Nosema ceranar, alguns vírus, pesticidas especialmente do grupo de neonicotinoides e fragmentação das matas e florestas, além dos climáticos, que possam interferir no comportamento das abelhas e nas colmeias.

Luiz Carlos Trabuco Cappi – conheça um pouco do presidente do Bradesco

Já imaginou como seria a vida de um grande executivo? Reuniões com investidores, jantares de negócio e tomada de decisões difíceis são algumas das preocupações de pessoas como o Luiz Carlos Trabuco Cappi, atual presidente do Bradesco. Conheça um pouco mais da sua história, rotina e grandes feitos desse profissional.

Pelas mãos de Trabuco (como é mais conhecido) passam algumas das operações financeiras mais importantes do país. Por essa razão, muitas de suas decisões são acompanhadas de perto por vários outros profissionais, a exemplo de líderes empresariais, governantes e outros banqueiros/ bancários.

A compra do HSBC

Um dessas decisões foi tomada em 2015, quando Luiz Carlos Trabuco Cappi teve o aval do conselho do banco para a aquisição da filial brasileira do HSBC. Na época a transação girou em torno dos US$ 5,2 bilhões no que foi o maior negócio do ano e um dos maiores da última década no país.

A aquisição deu um novo fôlego na corrida pelo primeiro lugar entre os bancos privados do país. Assim que Trabuco chegou à presidência do Bradesco, esse perdeu a liderança para o rival, fazendo com que ele pensasse na forma como conduziria a instituição.

Em primeiro momento Luiz Carlos Trabuco Cappi foi cauteloso e descartou uma busca desenfreada pelo primeiro lugar. Em primeiro momento buscou oferecer serviços de qualidade nas cidades que já atuava, renovar os cargos de liderança e dar mais oportunidades para os colaboradores promovidos, que passaram a ter fala nas reuniões no salão nobre do banco.

A compra do HSBC permitiu uma aproximação. Apenas com uma soma simples da participação de mercado, o Bradesco superou o concorrente na quantidade de agências, número de correntistas e total de investimentos. Em outros três itens, aproxima-se do rival, são eles: ativos, empréstimos realizados e depósitos.

“Com o HSBC, conquistamos de uma vez o que demoraríamos cerca de seis anos para obter por meio do crescimento orgânico”, disse o executivo na época da negociação. Na ocasião, os órgãos reguladores impediram a compra, contudo o aval foi concedido pouco depois, rendendo a Luiz Carlos Trabuco Cappi o prêmio de Empreendedor do ano nas finanças pela revista Dinheiro.

Início e destaque no banco

Trabuco chegou ao BTC em 1969 e passou por diferentes cargos e níveis hierárquicos até chegar à presidência. O paulista, natural de Marília, formou-se em Filosofia pela Faculdade de Filosofia, Ciência e Letras da Universidade Estadual Paulista, a Unesp.

Entre as áreas que se destacou estão a previdência privada e o marketing, setor em que foi responsável pela abertura do banco para a mídia. Mas foi na Seguros, onde ficou entre 2003 e 2009 que galgou o caminho até o topo, inicialmente na vice-presidência e depois na presidência.

Foi na Seguros que contribuiu com cerca de 30% do lucro do banco e aumentou a participação de mercado de 26% para 35%.

Assim que foi nomeado presidente, Luiz Carlos Trabuco Cappi tratou de criar a universidade corporativa e conversou com executivos de todos os escalões para renovar os quadros de liderança.

 

Rescisão não irá mais necessitar de homologação no sindicato em nova lei

As rescisões contratuais não necessitarão mais de homologação nos sindicatos de acordo com a nova lei trabalhista que entra em vigor em novembro e poderão ser feitas diretamente com os empregadores. Atualmente esse procedimento era obrigatório no desligamento de funcionários que tinham mais de um ano de registro.

Essa mudança foi feita para ajudar a acabar com a burocracia nas rescisões de contratos e para ajudar agilizar o seguro-desemprego e o saque do FGTS. Atualmente o trabalhador só consegue dar entrada nos dois após a homologação no sindicado que pode demorar até meses para acontecer.

Sempre que o funcionário tiver dúvidas ou suspeitar de alguma fraude no seu pagamento das verbas rescisórias ele deverá buscar a ajuda de um advogado que irá orientá-lo no momento da rescisão ou do próprio sindicado.

No caso de acordos ou convenções coletivas, as homologações poderão ser previstas.

A rescisão de contrato é um documento unilateral produzido somente pelo empregador, isso significa que mesmo que o trabalhador tenha recebido um valor discriminado na rescisão, ele ainda poderá questionar na justiça suas verbas recebidas desde que estejam dentro do prazo prescricional, ou seja, antes que complete dois anos da rescisão poderão ser questionadas individualmente ou em ações coletivas.

A orientação é que as pessoas, em especial as com menos instruções, estejam acompanhadas de um advogado no momento da assinatura da rescisão, para ajudá-los com os pagamentos que devem contar na rescisão, como 13º salário, férias, saldo de salário, etc. “O empregado que for assinar a homologação deverá ler o documento com bastante atenção e ter muito conhecimento da convenção coletiva da categoria”, esclarece o advogado Roberto Hadid, associado do escritório Yamazaki, Calazans e Vieira Dias Advogados.

Se o trabalhador achar que algo está errado poderá ter a opção de assinar e solicitar uma análise com mais detalhes de um advogado ou solicitar ao se sindicato a presença de um assistente.

O professor de pós-graduação da PUC-SP, Ricardo Pereira de Freitas Guimarães, acha que deverá ser levada em consideração a situação financeira do funcionário, pois o fato de não assinar a homologação, impedirá dele receber suas verbas no caso de continuar desempregado.

 

Conheça a condição rara que impossibilita uma mulher de poder rir

Uma condição raríssima conhecida como hipotensão intracraniana espontânea, afeta a produção de líquido CSF – cefalorraquidiano – que acaba vazando dentro da cabeça da pessoa, provocando dores constantes para quem sofre desta condição.

O riso tem o poder de oferecer grande valia para o estado de saúde física e mental, assim comprovam várias pesquisas e estudos. Mas no caso de uma mulher que sofre da condição diagnosticada de hipotensão intracraniana espontânea, o fato de rir pode colocá-la em risco de vida devida a complicações neurológicas.

A mulher é uma escocesa de 39 anos, Angela Chapman deve ficar constantemente isolada durante um período de 6 horas diariamente devido a uma condição rara em seu cérebro. Ela sente constantes dores na cabeça e na região da coluna cervical se rir, sendo que o riso é condenado para ela que desencadeia uma sequência de fortes dores podendo ocasionar em morte.

As dores são recorrentes do vazamento de líquido CSF nas câmaras e espaços intracranianos onde esse líquido não deveria estar. O líquido que deveria circular em torno do cérebro protegendo ele contra o contato com o crânio acaba não estando onde deveria estar e a cada riso de Angela um percentual desse líquido tende a vazar.

“A dor é tão terrível que eu tenho que me deitar por horas. Não posso sair muito e até mesmo rir causa uma dor insuportável. As pessoas pensam que eu sou mal humorada ou sem sentimentos enquanto tento não dar risada e evito assistir programas de TV engraçados, mas dar uma gargalhada me faz ficar em agonia”, explica Angela.

A causa para esta condição também é conhecida como LCR (baixa pressão do líquido cefalorraquidiano) e o fato deste líquido vazar dentro do crânio é conhecido como CSF. “O médico me disse ‘há um buraco em seu cérebro e o fluido que o rodeia está vazando’”, disse Angela.

“Eu não fui oficialmente diagnosticado com um vazamento de LCR, mas a hipotensão intracraniana espontânea está intimamente relacionada a uma causa comum. Dei a luz de joelhos, na cama do hospital, com a cabeça empurrada para o travesseiro, então sempre me perguntei se essa posição é o que causou a minha condição.”, relata Angela.

 

Empresa de Rodrigo Terpins realiza trabalho em prol da restauração ecológica

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Em 2011, na cidade de Bonn, na Alemanha, foi lançada uma iniciativa que ficou conhecida como “Desafio de Bonn”, o qual pretende restaurar 150 milhões de hectares em áreas desmatadas até o ano de 2020, e mais 200 milhões de hectares até 2030. Na América Latina e região caribenha, a intenção é conseguir recuperar 20 milhões de hectares para essa iniciativa.

Além de trazer benefícios importantes para o planeta, a restauração de áreas desmatadas também é uma atividade que pode gerar dividendos, de acordo com Rodrigo Terpins e Michel Terpins, irmãos e sócios da empresa Floresvale Reflorestamento, responsável pelo reflorestamento ambiental.

Segundo Bethanie Walder, diretora executiva da Society for Ecological Restoration, os investimentos na restauração ecológica também podem ser atrativos no ponto de vista econômico. De acordo com estimativas feitas pelo World Resources Institute (WRI), cerca de US$ 1.15 bilhão já foram investidos no Desafio de Bonn, e o retorno econômico desse investimento pode alcançar o montante de US$ 23 bilhões em um período de 50 anos. Ao mesmo tempo, além de restaurar e trazer ganhos econômicos, a iniciativa ainda pode evitar a emissão de cerca de cinco gigatoneladas de gás carbônico, informa Rodrigo Terpins.

Em relação ao papel específico do Brasil no Desafio de Bonn, o objetivo do país é restaurar e reflorestar uma área de cerca de 12 milhões de hectares até o ano de 2030. A curto prazo, até 2020, o país se comprometeu a recuperar ao menos 5 milhões de hectares em áreas que tenham sido degradadas devido a pastagens e produção de gado.

Rachel Biderman, representante da World Resources Institute no Brasil, destacou que essa restauração de 12 milhões de hectares é um dos passos mais importantes para que o Brasil cumpra o que foi estabelecido pelo Acordo do Clima de Paris, que definiu que todos os países deveriam reduzir as suas emissões de gases poluentes. Isso significa que, outra vantagem do Desafio de Bonn é que o mesmo pode suavizar as mudanças climáticas que estão se agravando nos últimos anos, noticia Rodrigo Terpins.

Em suma, a restauração ecológica é uma iniciativa de suma importância, responsável pele reversão da perda da biodiversidade e do desaparecimento de ecossistemas. Por essa razão, os principais tratados e acordos ambientais estabelecidos nos últimos anos tem tratado a restauração como prioridade e um dos métodos mais eficazes para garantir a segurança da água e dos alimentos para as próximas gerações.

Sobre a Floresvale Reflorestamento, que tem como sócios os irmãos Rodrigo Terpins e Michel Terpins, a empresa foi criada no ano de 2009 para atuar no manejo das florestas de eucalipto do Vale do Paraíba, que engloba os estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo.

Maior empresa florestal com foco na madeira sólida do eucalipto nessa região, a instituição de Rodrigo Terpins tem se destacado por desenvolver um polo madeireiro de modo sustentável, já tendo manejado cerca de 4 mil hectares de florestas e sendo uma importante fonte de empregos na área do Vale do Paraíba.

 

Atualmente Trancoso é um dos destinos nacionais preferidos por famosos

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Trancoso é um local onde diversas celebridades costumam frequentar, além dos diversos turistas que procuram esse destino durante todo o ano. Esse paraíso é distrito da cidade de Porto Seguro, e como muitos outros fica no belo litoral baiano. Mas os seus visitantes anônimos e também  os famosos,  buscam além das praias e paisagens lindas, os serviços exclusivos que o lugar oferece aos privilegiados que visitam o lugar. Vários famosos internacionais como Will Smith, Matthew McConaughey, Beyoncé, Naomi Campbell e Kate Moss, entram para a lista das estrelas que já passaram por lá. Astros do futebol como Daniel Alves e Neymar, também já estiveram em Trancoso para aproveitar as férias e relaxar.

Trancoso nasceu como um pequeno povoado, e depois em 1759 se tornou uma vila. A sua história começou em uma aldeia jesuíta, com o nome da mesma pequena igreja que ainda existe até hoje, na parte central da vila, chamada São João Batista dos Índios. Em volta dela, existem diversas construções tombadas como patrimônio, e que hoje funcionam como restaurantes, bares e lojas, além de pousadas luxuosas, que tornam o local ao mesmo tempo sofisticado e agradável. A apresentadora e modelo Fernanda Motta, conheceu Trancoso no Réveillon, apesar de sempre passar essa data em Florianópolis, ela tinha ouvido excelentes comentários sobre o lugar, e resolveu ir para esse local com familiares e amigos famosos como Alessandra Ambrósio, que também é modelo.

A modelo achou o local muito lindo e charmoso, com todas as praias maravilhosas, as casas do lugar são lindas, as festas nas praias divertidas, mas existem lugares reservados também, e ela gostou de passear no Quadrado de Trancoso, de ir aos diversos bares do local.

Existem famosos que conheceram Trancoso e resolveram ter uma casa nesse local, para poderem sempre voltar. Foi o que aconteceu com Bruna Lombardi e seu marido Carlos Alberto Riccelli, que nos anos 80, conheceram a região e resolveram comprar um terreno em frente a uma praia, e construíram uma bela casa com uma vista incrível do mar.

A atriz declarou que é um local maravilhoso, e o mar possui um tom turquesa fascinante. Ela que também possui casas em São Paulo e Los Angeles, diz que procurou construir algo em Trancoso que integrasse a construção com o verde da natureza.

 

Vacina sobre febre aftosa é discutida

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Mudanças na pecuária brasileira fazem parte da expectativa diante de uma situação turbulenta e repleta de denúncias. Em março, a operação Carne Fraca que expôs as irregularidades e provocaram uma mancha na imagem do setor acarretou em uma maior vigilância do mundo ao sistema de inspeção sanitária no País, responsável por permitir toda proteína animal embarcada nos portos nacionais.

A quantidade de carne que precisa ser inspecionada tem um grande volume, no ano passado foram comercializadas 6,7 milhões de toneladas de carnes, entre bovina, suína, de frangos e de outros animais, pelo valor de US$ 14,2 bilhões. No ano passado, a carne bovina arrecadou US$ 5,3 bilhões, nesse ano até o momento são totalizadas 651,8 mil toneladas por US$ 2,6 bilhões.

Em junho, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (Usda, sigla em inglês), observando o grande volume de carne comercializada, suspendeu a entrada de carne bovina brasileira. O motivo de tal entrave foi a suspeita da qualidade do produto. O argumento foi os gânglios e os nódulos encontrados em parte das peças que já chegaram nos EUA, provavelmente ocasionados por uma reação do organismo dos animais à aplicação da vacina contra a febre aftosa.

A partir do momento dessa suspensão, uma discussão cresce ainda mais sobre um assunto que o Brasil precisa se decidir. Desde os anos 1890 com a chegada do gado europeu que trouxe a doença altamente contagiosa, permanece a questão se o país está de fato preparado para suspender a vacinação contra febre aftosa. É necessário analisar os resultados que poderiam ocorrer caso o maior rebanho comercial do mundo, de 217,5 milhão de bovinos, não tenha a aplicação anual das doses de cinco mililitros.

De acordo com Sebastião Guedes, presidente do Grupo Interamericano para Erradicação da Febre Aftosa (Giefa), e vice-presidente de Relações Internacionais do Conselho Nacional da Pecuária de Corte (CNPC): “Risco zero não existe, mas o País já está preparado há muitos anos para suspender a vacinação”.

Para o diretor de Relações Institucionais do Minerva Foods, João Almeida Sampaio, ainda é preciso uma melhor análise sobre a vacina: “Antes de pensarmos na erradicação da vacinação, poderíamos melhorar a vacina com uma que só precisasse ser aplicada uma vez ao ano”.

Mulher milionária resolve virar mendiga e o motivo é surpreendente

A milionária britânica, Ariane Fuk de origem iraniana de 50 anos de idade, era milionária e vivia uma vida que poucos podem usufruir.

A mulher que estudou em Cambridge e é poliglota, passava boa parte do seu tempo visitando os museus, viajando, e frequentando ambientes da elite, frequentando hotéis de Milão, entre outros eventos sociais e locais da alta sociedade, desapareceu em janeiro de 2016, sem deixar nenhuma pista.

A família da britânica se deu conta da sua ausência e denunciou seu desaparecimento para a polícia, que não conseguiu localizá-la durante esse tempo todo.

Sem nenhuma informação sobre o desaparecimento da mulher, a família contratou investigadores particulares para descobrir o paradeiro da milionária. A busca durou mais de 6 meses, quando finalmente, a encontraram no centro da cidade italiana, em Milão, dormindo em cima de uma grade de ventilação do metrô, próximo a um hotel de luxo.

Segundo a mídia italiana, a mulher sofreu um “apagão mental”, e não sabia quem era. Ariane estava confusa e não sabia explicar o que havia acontecido com ela, mas disse aos investigadores que sempre morou na rua, e que havia escolhido viver como moradora de rua.

A mulher foi levada ao hospital para que se investigasse qual a causa do “apagão mental” que a vítima havia sofrido.

Durante a investigação os médicos descobriram que Ariane já sofria desde seus 20 anos de idade com problemas de transtornos metais e que tomava uma medicação controlada, que amenizavam seus esquecimentos. Porém, após seus pais morrerem a milionária decidiu parar de tomar os remédios alegando que a medicação a estava envenenando.

Segundo sua família, os problemas ganharam mais força a partir de 2011, quando Ariane criou uma conta no facebook com o perfil de princesa Ariane Lak. A milionária dizia para seus seguidores que era descendente da dinastia real iraniana da Mornaquia Qajar, e por isto, era seguida por milhões de pessoas.

Ariane foi entregue aos cuidados de sua irmã que agora está responsável pelo tratamento psicológico da milionária. O caso repercutiu por toda a Europa.