Conheça a condição rara que impossibilita uma mulher de poder rir

Uma condição raríssima conhecida como hipotensão intracraniana espontânea, afeta a produção de líquido CSF – cefalorraquidiano – que acaba vazando dentro da cabeça da pessoa, provocando dores constantes para quem sofre desta condição.

O riso tem o poder de oferecer grande valia para o estado de saúde física e mental, assim comprovam várias pesquisas e estudos. Mas no caso de uma mulher que sofre da condição diagnosticada de hipotensão intracraniana espontânea, o fato de rir pode colocá-la em risco de vida devida a complicações neurológicas.

A mulher é uma escocesa de 39 anos, Angela Chapman deve ficar constantemente isolada durante um período de 6 horas diariamente devido a uma condição rara em seu cérebro. Ela sente constantes dores na cabeça e na região da coluna cervical se rir, sendo que o riso é condenado para ela que desencadeia uma sequência de fortes dores podendo ocasionar em morte.

As dores são recorrentes do vazamento de líquido CSF nas câmaras e espaços intracranianos onde esse líquido não deveria estar. O líquido que deveria circular em torno do cérebro protegendo ele contra o contato com o crânio acaba não estando onde deveria estar e a cada riso de Angela um percentual desse líquido tende a vazar.

“A dor é tão terrível que eu tenho que me deitar por horas. Não posso sair muito e até mesmo rir causa uma dor insuportável. As pessoas pensam que eu sou mal humorada ou sem sentimentos enquanto tento não dar risada e evito assistir programas de TV engraçados, mas dar uma gargalhada me faz ficar em agonia”, explica Angela.

A causa para esta condição também é conhecida como LCR (baixa pressão do líquido cefalorraquidiano) e o fato deste líquido vazar dentro do crânio é conhecido como CSF. “O médico me disse ‘há um buraco em seu cérebro e o fluido que o rodeia está vazando’”, disse Angela.

“Eu não fui oficialmente diagnosticado com um vazamento de LCR, mas a hipotensão intracraniana espontânea está intimamente relacionada a uma causa comum. Dei a luz de joelhos, na cama do hospital, com a cabeça empurrada para o travesseiro, então sempre me perguntei se essa posição é o que causou a minha condição.”, relata Angela.

 

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