Drones são muito úteis no agronegócio, exemplifica Flavio Maluf

 

Quando se fala em “drone”, hoje em dia, é quase certo que a pessoa já saiba do que se trata, afinal, as tecnologias estão cada vez mais presentes em nossas vidas. E os drones, como lembra o atual presidente do Grupo Eucatex, Flavio Maluf, mais ainda, e em vários setores, não apenas no militar, onde ainda se concentra em maior proporção (chega a 89%).

Dente essas várias funções, podemos exemplificar algumas, como a de combater-se o crime ou a de vigiar-se as fronteiras lembra Flavio Maluf, ou até mesmo a prevenção de incêndios. Fora dessa linha de segurança, ele também cita o monitoramento do clima, além de, nas mineradoras, ajudarem os drones na medição de volumes e determinação de curvas de nível. Mas o foco desse empresário está muito além dessas possibilidades, pois reporta que os drones não apenas servem para tudo isso ou apenas para filmagens, como devem pensar alguns, mas, de forma bastante eficaz, para o agronegócio propriamente dito.

Nesse meio, os produtores rurais vêm utilizando dos drones, por exemplo, para a contagem do gado, além de também servirem para a regularização das propriedades junto ao INCRA. Não parando por aí, Flavio Maluf lembra ainda que eles servem, de forma até óbvia, para o mapeamento dessas fazendas e de suas plantações, assim auxiliando, inevitavelmente, também no Cadastramento Rural Ambiental.

O empresário Flavio Maluf que, além de presidir o Grupo Eucatex, é também formado em engenharia mecânica pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), procurou detalhar melhor como funciona a contribuição dessa tecnologia em questão ao agronegócio. Tratou, assim, de explicar como as câmeras, que são de alta definição, quando embarcadas na aeronave, ou melhor, drone, propiciam um mapeamento de qualidade, feito enquanto sobrevoa-se o local de interesse. E são esses registros, segundo Flavio Maluf, depois lidos por um software específico, bastante inteligente por sinal, o qual consegue identificar sejam falhas no plantio sejam doenças nas plantas. Mas não para por aí, não, já que é possível detectar, além disso, se há falta de irrigação ou até carência de nutrientes, fora a discriminação de culturas e a detecção de ervas daninhas. Por fim, o empresário destacou algumas possibilidades mais, como a de poder-se contar as plantas e avaliar-se os seus respectivos crescimentos.

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