Brasil reduz emissões de gases do efeito estufa

Boas notícias sobre o país. Durante o último ano, o Brasil conseguiu reduzir em 2,3% o volume de emissão de gases responsáveis pelo efeito estuda. Os dados são do Seeg (Sistema de Estimativas de Emissões de Gases de Efeito Estufa). Em 2017 o país emitiu 2,071 bilhões dos gases nocivos; em 2016 esse valor foi de 2,119.

De acordo com o estudo, a redução ocorreu devido, principalmente, a menor desmatamento da Amazônia, que recuou 12% em 2017. A emissão de gás carbônica (CO2) bruta passou de 601 milhões de toneladas em 2016 para 529 milhões no ano passado.

Esses números seriam maiores se não fosse o aumento do desmatamento de biomas como o cerrado, que foi de 11% neste período. Devido a esse desmatamento, o cerrado foi responsável pelo aumento da emissão dos gases-estufas na atmosfera de 144 milhões para 159 milhões de toneladas de gás carbônico.

Tasso Azevedo, coordenador técnico do Seeg, disse em nota que desde o início da década as emissões permanecem no mesmo nível, em especial por um misto de “conjuntura econômica e da gangorra do desmatamento”. O pesquisador completa afirmando que apesar da redução do desmatamento na Amazônia, o aumento no cerrado refletiu na emissão de gases. Além disso, as emissões brutas per capta do país ainda são superiores à média mundial.

Agropecuária é o setor que mais polui

De acordo com o Seeg, a diminuição do desmatamento e das emissões de gás estão ligadas a maior fiscalização do Ibama. Apesar disso, a agropecuária contribui com 71% de todo o volume de gás carbônico emitido pelo Brasil. Leva-se em conta principalmente o metano produzido por bovinos e o desmatamento para criação de pastos.

O estudo mostra que se o agronegócio brasileiro fosse um país, ele seria a oitava nação mais poluidora do mundo, a frente de países como Canadá e Japão. Vale ressaltar que o setor agropecuário reduziu em 1,5% a emissão de poluentes em relação a 2016, mesmo com o aumento de 4% dos abates e 7% na exportação de proteína animal.

O setor de transporte também polui. Em 2017 esse percentual foi de cerca de 10% de toda a emissão de gases do Brasil.

Empreendimento social e empreendedorismo social

A empresa social é, fundamentalmente, sobre o uso de um modelo de negócios orientado pelo mercado para abordar questões sociais e ambientais críticas. Veja Empresa Social. Muitas pessoas acreditam que um elemento fundamental do empreendimento social – na verdade, o “social” nas empresas sociais – é a propriedade coletiva. Alguns chegam ao ponto de estipular uma estrutura legal sem fins lucrativos para uma empresa social.

Até chegarmos a um termo mais amplo do que “empresa social”, alguns defendem uma interpretação ampla que não a limite a empresas de propriedade coletiva. Se o objetivo principal do negócio é abordar uma questão social ou ambiental, é uma empresa social – independentemente de sua estrutura de propriedade. Esta é uma posição pragmática – os problemas do mundo são grandes demais para criar silos arbitrários que limitam a participação e o compartilhamento.

O empreendimento social não tem a ver com equilibrar os “resultados finais” do lucro e do impacto social, como se fossem igualmente importantes. O resultado real para uma empresa social, o objetivo pelo qual seu sucesso deve ser avaliado, em última análise, é seu impacto social (ou ambiental), e ser lucrativo (ou pelo menos financeiramente sustentável) é o meio necessário para esse fim . É claro que não pode haver missão social sem dinheiro, mas o primeiro objetivo é a missão.

O empreendimento social não é um domínio exclusivo de organizações sem fins lucrativos – veja “O que é uma empresa social” acima. Embora as organizações sem fins lucrativos tenham sido – e continuem a ser – líderes no movimento de empresas sociais, a empresa social não precisa se limitar a organizações sem fins lucrativos. Além disso, simplesmente pertencer a uma organização sem fins lucrativos não é suficiente para transformar um negócio em uma empresa social. A empresa deve ter como objetivo abrangente a melhoria de questões sociais e ou ambientais.

A empresa social não é apenas mais uma estratégia de captação de recursos para organizações sem fins lucrativos – Embora seja possível para uma empresa social pertencente a uma organização sem fins lucrativos gerar recursos para apoiar a operação dessa organização sem fins lucrativos, a geração desses fundos é secundária ao impacto direto ou questões ambientais.

Sala Princesa Isabel passa por processo de restauração para ser reativada

Um ponto histórico da cidade de Santos passará por restaurações. O local em questão é a sala Princesa Isabel, cuja construção data de 1939. No espaço ocorrerá a realização de sessões da Câmara do município, tratando-se de sua plenária. Para que isso ocorra, uma construtora foi incumbida de identificar e restaurar diversos detalhes da construção.

Já se sabe que um dos elementos mais emblemáticos do local terá prioridade no momento da restauração. Trata-se de um lustre de modelo pendente, que possui quase três metros de altura, pesando aproximadamente 300 quilos. Uma espécie de ateliê foi instalada na própria sala. Além disso, houve a aquisição de pequenas peças similares às que deveriam ser substituída.

Uma das profissionais que atuarão na restauração do local, Fernanda Victoratto, é proveniente de uma família cujos membros são tradicionalmente restauradores. Ela explica que o trabalho empregado será bastante minucioso, dada a riqueza de detalhes encontrada nas peças. Ela estima que será necessário o período de um mês para que o trabalho no lustre seja de fato finalizado.

A obra também se encarregará de restaurar outros elementos contidos no local, tais como vitrais, murais, arandelas, dentre outros. O piso do ambiente, confeccionado em madeiro, passou por um processo com lixas e espera-se que seja recoberto com resina. O carpete poderá ser trocado por outro mais novo, conferindo maior fidelidade à decoração da sala.

Segundo Fernanda, um dos pontos mais críticos da reforma diz respeito à fiação presente no ambiente. Por se tratar de algo bastante antigo, a equipe de restauração optou por agir com bastante cautela, esclarece a restauradora. Consequentemente, com meio de se evitar acidentes, os profissionais iniciaram os reparos pelo lado de fora.

Os assentos da sala serão todos substituídos. Com isso, haverá a substituição das peças por poltronas em modelos mais modernos. A mesa central do palco, entretanto, não será trocada, pontua Fernanda.

Com dimensões de 175 metros quadrados, a sala Princesa Isabel deixou de ser utilizada no ano de 2011, quando se adotou outro local como plenária da Câmara Municipal. Com a restauração, cuja supervisão é do arquiteto Ney Caldatto, surgiram notícias de que o local retomará suas atividades.

Saiba mais:

https://www.terra.com.br/noticias/dino/obra-resgata-caracteristicas-originais-da-sala-princesa-isabel-no-palacio-jose-bonifacio-em-santos,bcbd9022a1c88a1340a152e535d64a07hsow8gdi.html

Drones são muito úteis no agronegócio, exemplifica Flavio Maluf

 

Quando se fala em “drone”, hoje em dia, é quase certo que a pessoa já saiba do que se trata, afinal, as tecnologias estão cada vez mais presentes em nossas vidas. E os drones, como lembra o atual presidente do Grupo Eucatex, Flavio Maluf, mais ainda, e em vários setores, não apenas no militar, onde ainda se concentra em maior proporção (chega a 89%).

Dente essas várias funções, podemos exemplificar algumas, como a de combater-se o crime ou a de vigiar-se as fronteiras lembra Flavio Maluf, ou até mesmo a prevenção de incêndios. Fora dessa linha de segurança, ele também cita o monitoramento do clima, além de, nas mineradoras, ajudarem os drones na medição de volumes e determinação de curvas de nível. Mas o foco desse empresário está muito além dessas possibilidades, pois reporta que os drones não apenas servem para tudo isso ou apenas para filmagens, como devem pensar alguns, mas, de forma bastante eficaz, para o agronegócio propriamente dito.

Nesse meio, os produtores rurais vêm utilizando dos drones, por exemplo, para a contagem do gado, além de também servirem para a regularização das propriedades junto ao INCRA. Não parando por aí, Flavio Maluf lembra ainda que eles servem, de forma até óbvia, para o mapeamento dessas fazendas e de suas plantações, assim auxiliando, inevitavelmente, também no Cadastramento Rural Ambiental.

O empresário Flavio Maluf que, além de presidir o Grupo Eucatex, é também formado em engenharia mecânica pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), procurou detalhar melhor como funciona a contribuição dessa tecnologia em questão ao agronegócio. Tratou, assim, de explicar como as câmeras, que são de alta definição, quando embarcadas na aeronave, ou melhor, drone, propiciam um mapeamento de qualidade, feito enquanto sobrevoa-se o local de interesse. E são esses registros, segundo Flavio Maluf, depois lidos por um software específico, bastante inteligente por sinal, o qual consegue identificar sejam falhas no plantio sejam doenças nas plantas. Mas não para por aí, não, já que é possível detectar, além disso, se há falta de irrigação ou até carência de nutrientes, fora a discriminação de culturas e a detecção de ervas daninhas. Por fim, o empresário destacou algumas possibilidades mais, como a de poder-se contar as plantas e avaliar-se os seus respectivos crescimentos.

Sobe o faturamento do setor de exportações do agronegócio

Notícias boas para o Agronegócio brasileiro. Entre janeiro a setembro, as exportações do campo tiveram um faturamento superior a 10% ante ao mesmo período do ano passado, chegando as cifras de US$ 76 bilhões na parcial de 2018. Entre os motivos do bom desempenho estão a desvalorização do real frente ao dólar e pelo retorno da carne para mercados que estavam rejeitando o produto nacional.

Os dados foram levantados e divulgados pela Esalq (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz) e o Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), e foram divulgados no início da semana.

Segundo a Cepea os bons números são capazes de gerar mais investimento para as próximas safras e o fortalecimento do setor. “A inflação ao redor da meta e a redução nas taxas de juros podem favorecer os investimentos na produção agrícola”, diz o estudo, que tem aponta o agronegócio como um dos carros-chefe para o aumento das reservas de dólares do país.

Produtos em alta

De acordo com a entidade, o câmbio do dólar recuou 1%, mesmo percentual de aumento do volume de exportações. Diante de uma desvalorização do real, ativos como soja, frutas, suco de laranja tiveram bons rendimentos. O destaque ficou com a carne bovina, que vive um bom momento, em especial pela retirada dos embargos de diferentes países por conta da crise envolvendo as gigantes do setor, em 2017.

A guerra comercial entre China e Estados Unidos também foi um fator que contribui para o crescimento do faturamento do agronegócio. O motivo foi aumento nos valores pagos pelos grãos brasileiros, diz o professor de economia Eugenio Stefanelo, da UFPR (Universidade Federal do Paraná) e da FAE. “O prêmio pago no porto tem sido alto, em torno de US$ 2,50 (R$ 9,31, pela cotação de 05/11)”, ressalta.

O professor atribui o crescimento aos fundamentos da oferta e demanda, tendo vista que a China é o nosso principal parceiro comercial. Ele também explica que a peste suína na Europa e a gripe aviária na China contribuíram para as exportações de carne brasileira.

Pílulas inteligentes simplificam atendimento médico, mas divide opiniões

O entusiasmo por uma ferramenta digital eficiente para à área de saúde, chamada de pílula inteligente, já é uma das notícias mais bem recebidas por pacientes e profissionais da área. A descoberta feita por pesquisadores da Universidade de Illinois em Chicago, foi publicada em um artigo científico no American Journal of Bioethics no segundo semestre de 2018. A nova publicação adverte os provedores de serviços de saúde e legisladores sobre alguns cuidados com essa nova tecnologia e as configurações de atendimento ao paciente.

As pílulas inteligentes, ou pílulas digitais, são medicamentos prescritos, equipados com sensores eletrônicos comestíveis que enviam mensagens sem fio para dispositivos, como smartphones e tablets. As primeiras pílulas deste tipo, utilizadas para tratar pacientes com esquizofrenia, transtorno bipolar e transtorno depressivo maior, foram aprovadas para uso em humanos em 2017 pela Food and Drug Administration, órgão máximo de saúde dos Estados Unidos.

Alguns esperam que a tecnologia ajude pacientes e médicos a rastrear o uso de medicamentos e estabelecer um controle efetivo junto ao paciente. Os impactos para a economia norte-americana ligadas ao uso da pílula inteligente são de US$ 100 a US$ 300 bilhões anualmente. Porém, muitos pacientes e especialistas têm preocupações com a privacidade, consentimento e compartilhamento de dados desses pacientes.

Eric Swirsky, um especialista em questões legais e éticas relacionadas à tecnologia de cuidados de saúde, diz que ambos os grupos têm argumentos válidos, mas que nenhum deles está fazendo a pergunta certa.

“Precisamos saber se as pílulas inteligentes vão realmente melhorar a vida dos pacientes, o que é muito mais complicado do que a conformidade ou a privacidade”, disse Swirsky, que também é professor clínico associado de ciências da informação biomédica na Faculdade de Ciências da Saúde Aplicada da UIC. “É ingênuo pensar que este tipo de cumprimento vigiado com os tratamentos medicamentosos recomendados pelos fornecedores funcionará como uma pílula mágica. Mais provavelmente, apenas desafiará a ingenuidade dos pacientes.”, reforça Swirsky.

Swirsky disse que simplesmente não há evidências para sugerir que as pílulas inteligentes beneficiem os pacientes e que usar essa tecnologia fora dos ensaios clínicos possa ser útil. Mas, ele também diz que o sucesso desta nova tecnologia “é apontado nas pesquisas que temos atualmente, onde os pacientes se beneficiam recebendo cuidados de provedores de saúde que podem gerenciar muitas questões em torno da administração de medicamentos”.

São Paulo receberá o “Fórum Conectividade” e contará com a presença de Guilherme Paulus

São Paulo, a maior metrópole brasileira, receberá no dia 26 de novembro um evento muito relevante promovido por instituições associadas ao setor do turismo. O palco escolhido para a realização do acontecimento foi o respeitado teatro Renaissance localizado no bairro Jardins. O evento em questão trata-se do Fórum Conectividade – Hub de Negócios que será promovido pelo Mercado & Eventos em conjunto com a Promo Marketing Inteligente.

Para a ocasião, muitas lideranças importantes do setor confirmaram presença. Dentre as presenças confirmadas se destaca a participação do ilustre empreendedor e empresário Guilherme Paulus, fundador da renomada operadora de viagens CVC e presidente da famosa rede de lazer GJP Hotels & Resorts, dona e administradora dos luxuosos hotéis Saint Andrews e Wish Serrano. A presença e participação do eminente empresário Guilherme Paulus atestam a relevância do acontecimento. Além de Guilherme Paulus, se estima, para a ocasião, a reunião de mais de 300 profissionais do setor. Dentre os vários assuntos a serem abordados e construídos, os participantes discutirão novas estratégias que sejam capazes de fomentar ainda mais o turismo e, também, debaterão sobre a atual conduta, atuação e costumes da aviação comercial no Brasil e na América Latina, dando ênfase à proposição de ideias para o delineamento das melhores práticas. O evento, sem sombra de dúvidas, trará consigo uma oportunidade imperdível a todos os envolvidos na rotina do turismo e a todos os entusiastas do assunto. As inscrições para a ocasião podem ser realizadas pela internet através do link https://www.mercadoeeventos.com.br/forum-conectividade-hub/inscricao/ e não gerarão custos aos interessados.

O Fórum Conectividade – Hub de Negócios será um acontecimento ímpar na medida em que permitirá discussões sob a óptica daqueles que realmente estão envolvidos com os processos e rotinas do setor e com a consolidação de hubs. No evento, os ouvintes terão a oportunidade ímpar de acompanhar a interação entre o empreendedor Guilherme Paulus e Arialdo Pinho, atual Secretário de Turismo do Ceará. O formato da interação será uma entrevista conduzida pelo empresário Guilherme Paulus, dentro do painel Formação de Hub. Neste momento, os interlocutores terão a oportunidade de discutir a construção de hubs, considerando as particularidades contidas no relacionamento entre os agentes envolvidos e os aeroportos.

O Fórum Conectividade terá duração de 4 horas e iniciará às 13:30. Os tópicos serão abordados em 6 painéis. Outras considerações importantes do evento estarão vinculadas às políticas públicas relacionadas com o setor e as estratégias de marketing para fomento do turismo. Vale a pena conferir.

A situação do Museu Nacional depois de pouco mais de 2 meses

O Museu Nacional, mais conhecido por Museu da Quinta da Boa Vista, no Rio de Janeiro, sofreu um acidente catastrófico que colocou em chamas um patrimônio de mais de 20 milhões de itens, que representava um dos 4 maiores museus com maior importância do planeta em termos de itens de paleontologia e astronomia. E além disso, o patrimônio administrado pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) estava longe de ser um simples local para ir com a família durante os finais de semana ou feriados para se distrair e aprender, nem mesmo que fosse por osmose, já que aquele espaço estava repleto de história, o qual representava um dos berços da ciência e tecnologia brasileira, moradia da Família Imperial. O que coloca medo aos pesquisadores, funcionários e a população como um todo são as frequentes chuvas, que podem colocar em situação de urgência, já que as estruturas podem ser prejudicadas e o pouco do acervo que havia sido conservado poderia estar sob risco, como é o caso do meteorito de Bendegó, com mais de 4,5 bilhões de anos.

Os responsáveis pelo Museu em entrevista ao Portal de Notícias Extra Online disseram que o grande risco tem sido as chuvas e a rápida elevação da temperatura, que torna o ambiente propício à produção de fungos e ferrugem, com possíveis maiores complicações. E de acordo o diretor do Museu, Alexander Kellner, é necessário que a instituição receba o quanto antes um investimento de 56 milhões de reais, que não estaria nem perto do valor total estimado para reconstrução do patrimônio, que teve um orçamento de 300 milhões de reais, mas que segundo dados do Governo Federal somente houve a transferência de 9 milhões de reais, que ficaram destinados ao escoramento e a cobertura dos escombros do prédio.

O Museu Nacional tinha e ainda tem uma relevância na história do mundo, ele está muito além de ser um centro de pesquisa, ciência e tecnologia, com cultura nacional, ali foi uma espaço que mantinha uma parte da informação intelectual, científica e antropológica da existência da vida e da natureza como um todo, por isso que sua reestruturação é algo relevante à consciência humana.

 

Consumo de panetone no Brasil alcança 29 milhões de famílias brasileiras

O panetone se tornou o símbolo do Natal e o queridinho de muitos brasileiros nas compras de final de ano. De acordo com um estudo realizado pela “Kantar Worldpanel”, entre o período de novembro de 2017 a janeiro de 2018, mais de 29 milhões de brasileiros compraram panetone. Esse número indica 53,2% dos lares que corresponde a classe AB1. Na Grande São Paulo, os dados indicam que o índice chegou a 78%, o que aponta um crescimento de 13% nas vendas e um faturamento 15% maior que no ano anterior.

O estudo apontou que cada família brasileira consumiu um total de 1,3 quilo de panetone durante o período analisado. Esse número equivale a um aumento de 2,6% em comparação com o mesmo período no ano passado. De acordo com o estudo, o item chegou na casa dos brasileiros principalmente como presente. Os dados de 2017 indicam ainda que os panetones foram os itens que menos tiveram promoções, o que fez com que os preços ficassem parecidos com os do período anterior (2016/2017).

Dentre as variedades e tamanhos, o levantamento revelou que os panetones com 400 e 500 gramas foram os mais comprados durante o período. Em comparação com o período anterior, de novembro de 2017 a janeiro deste ano foram vendidos 2 milhões de panetones a mais nesta categoria de 400 a 500 gramas. Mesmo com tantas versões e sabores diferentes, o panetone mais vendido ainda é o tradicional, sendo representado por 78,2% das vendas deste produto durante o período. A Kantar Worldpanel ainda identificou que o segmento de panetone recheados sem frutas tem ganhado cada vez mais espaço durante o período natalino.

Em relação ao perfil dos consumidores, o estudo revelou que na Grande São Paulo, o maior volume de vendas de panetone se concentra em um público com 50 anos ou mais. Além disso, os lares que mais consumiram esse item durante o período foram aqueles com um ou dois indivíduos com alto poder aquisitivo.

Essas e outras notícias sobre o consumo de panetone no Brasil apontam os parâmetros necessários para empresas explorem novos negócios nesse segmento e para que se atenham as necessidades dos consumidores.

Sucesso do CAOA

A maior montadora e distribuidora de automóveis da América Latina é a CAOA, que são as primeiras letras de cada um dos nomes do fundador que é o empresário Carlos Alberto de Oliveira Andrade. Ele é empresário e também é formado em medicina. Atualmente, ele é o Presidente do Conselho de Diretores do CAOA, que é um dos líderes do setor automotivo no Brasil mais renomados e importantes do setor.

 

Um dos sonhos do empresário e visionário Carlos Alberto de Oliveira Andrade era ver um carro feito inteiramente no Brasil. Em 2012, sua empresa supervisionou diferentes caminhões Hyundai fabricados e modelos mais antigos de Tucson são montados na fábrica das empresas.

 

De acordo com o presidente, em 2012, e seguindo seu sonho final de ver um carro brasileiro completo, uma equipe de design na Itália já estava criando e estilizando uma versão inovadora e atualizada do Tucson. Ele estava negociando um acordo com a Fiat para dar a eles o motor do novo carro. Seu segredo era que ele copiou o estilo coreano. Os coreanos fabricavam veículos que os japoneses já haviam criado; então, eles desenvolveram e fizeram suas versões na Coréia.

 

A partir de 2018, o sonho de Carlos Alberto de Oliveira Andrade tornou-se realidade. Ele não apenas copiou o que os coreanos fizeram, mas o levou a um nível totalmente novo. Ele assumiu outra operação, a Chery, e continuou a trabalhar com os chineses . Ele faz seus modelos e continua a fabricar carros da Hyundai. Andrade se tornou um criador de tendências para o setor automobilístico no Brasil; muitos tentaram antes dele fazer seus carros, mas falharam.

 

Com tanta experiência, Carlos Alberto de Oliveira Andrade adicionou Renault, Ford, Hyundai e Subaru ao seu repertório de representação. Ele não é apenas o presidente , mas ele sabe de tudo, desde as linhas de montagem até a distribuição, marketing, peças e concessionárias.

 

A empresa CAOA de Carlos Alberto de Oliveira Andrade existia em todas as regiões do Brasil e começou em 1979. Ele é o líder supremo em seu setor. Em quatro décadas, sua empresa vendeu mais de um milhão de veículos no Brasil.

 

É evidente que Carlos Alberto de Oliveira Andrade fez com que os veículos de mercado no Brasil se tornassem o desejo dos clientes. Em 2007, o grupo conseguiu lançar a primeira fábrica da Hyundai no Brasil . A empresa de Carlos Alberto de Oliveira Andrade incorreu em US $ 1,2 bilhão para suas operações. Após o seu lançamento, tornou-se rentável e impulsionou a economia do país.

 

O Brasil abriu caminho para a importação de carros em 1992. É o mesmo ano em que Carlos Alberto de Oliveira Andrade se tornou o importador oficial da Renault no país. Além disso, em menos de três anos, a marca Renault foi reconhecida como a marca líder em vendas. Em 1998, o grupo Carlos Alberto de Oliveira Andrade também foi reconhecido como o principal importador da marca Subaru. As vendas das marcas japonesas anteriormente representadas por outro importador subiram mais de três vezes ao ano.